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O PORQUÊ DA ALAPP PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

foto_presidenteA Alapp – Associação Lojistas e Amigos do Picoas Plaza, foi criada em 2008, sendo constituída pelos lojistas do C.C. Picoas Plaza.

A sua criação, teve como finalidade formar um Grupo alargado de pessoas, constituído por lojistas, residentes e clientes empenhados em revitalizar o C.C. Picoas Plaza, um espaço de referência de características únicas, situado no centro de Lisboa, em Picoas.

Com este propósito, a Alapp tem como objecto social salvaguardar a qualidade das infra-estruturas do Centro, proporcionar um ambiente de acolhimento diferenciado aos seus lojistas, residentes e clientes, dinamizar e optimizar o espaço - promovendo neste sentido eventos relevantes de carácter social, convivial e cultural – assim como proteger os interesses dos seus lojistas, residentes e clientes, proporcionando a todos condições de segurança, conforto e bem-estar no espaço deste Centro Comercial.

Contudo, por razões que desconhecemos e não compreendemos, este espaço de eleição, que é o Centro Comercial Picoas Plaza, foi completamente votado ao abandono pelo seu proprietário - a Chamartin Dolcevita - verificando-se a sua progressiva desertificação comercial, conhecendo este Centro, desde 2006, ano da tomada de posse da actual administração, os seus piores dias.

Nesta medida, a G.C.C., gestão de centros comerciais - empresa do Grupo Chamartin Dolcevita - é a única responsável pelo estado actual em que se encontra o Centro, situação que resulta da ausência de gestão e dos seus responsáveis, incapacidade em matéria de diálogo e soluções, assim como a opção sistemática por práticas de arrogância e prepotência por parte deste Proprietário.

Perante este quadro de progressiva degradação do espaço, quer do ponto de vista estrutural quer, sobretudo, do ponto de vista comercial, emergiu a necessidade de criar a Alapp com o objectivo de inverter o rumo dos acontecimentos, pois a actual administração já demonstrou a sua total incompetência em matéria de gestão, manifestando, na prática, o desinteresse por uma real revitalização do Centro.

Assim, apenas continuam a iludir o mercado e os poucos lojistas que, com enorme sacrifício pessoal e prejuízo financeiro, ainda resistem ao enorme fracasso comercial levado a cabo pela Chamartin Dolcevita, que mais por incúria e incapacidade do que por estratégia, desenvolveu ao longo de quatro anos uma política da desocupação e constante encerramento de lojas, criando paralelamente falsas expectativas aos residentes, lojistas e clientes, o que tem contribuído decisivamente para a desqualificação do centro e para sua agravada desertificação.

A Alapp, que é uma pessoa de bem, autónoma e independente, tudo fará para contrariar o estado de degradação actual do Centro, que a todos prejudica, pelo que irá continuar a desenvolver as suas iniciativas sociais e culturais neste espaço com o objectivo de proteger o Centro de práticas de gestão ruinosa, devolvendo-lhe a dignidade e o estatuto que merece e, fundamentalmente, para continuar a acolher bem os seus residentes, clientes e visitantes.


Tiago Quelhas

Presidente