Foi no dia 21 de Abril de 2007 que o Centro Comercial Dolce Vita abriu as suas portas em Ovar. Dotado de uma arena multiusos, o empreendimento da Chamartin Imobiliária deu satisfação a um desejo antigo dos vareiros de possuírem um pavilhão desportivo de acordo com os pergaminhos da Ovarense no basquetebol português.
Esta semana, o Dolce Vita está a assinalar o seu primeiro aniversário, mas os lojistas aproveitaram a oportunidade para demonstrar alguma insatisfação que se prende, nomeadamente, com um volume de negócios abaixo do esperado e de promessas não cumpridas por parte da administração da estrutura.
Fonte: SIC http://videos.sapo.pt/148KYPcqZiLHZEHaQkMV
Lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza fazem “greve” contra “degradação” do espaço
O braço-de-ferro entre os lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza, em Lisboa, e a empresa proprietária do mesmo, a Chamartin Dolcevita, arrasta-se há mais de um ano e vai atingir um ponto alto na próxima segunda-feira. Em protesto contra o “estado de degradação” do espaço e como forma de pressionar os responsáveis pela sua gestão, a associação de lojistas do complexo apelou ao fecho dos estabelecimentos a partir das 15 horas do dia 15.
“Contamos com a participação de 12 das 20 lojas que se mantêm abertas num total de 55”, diz Tiago Quelhas, presidente da associação e sócio de uma “clínica de saúde, estética e bem-estar” ali existente. À margem da iniciativa, explica, ficarão sobretudo os estabelecimentos de franchising e alguns integrados em grandes cadeias comerciais.
A acção dos comerciantes ocorre na sequência da progressiva desactivação do centro e daquilo que dizem ser o abandono a que o grupo Chamartin o votou de há dois anos para cá. A situação levou já ao encerramento definitivo de mais de metade das lojas e deu origem a vários processos judiciais que se encontram pendentes em tribunal.
Vários lojistas do Centro Comercial Dolce Vita Douro, em Vila Real, que abriu portas em Outubro do ano passado, acusam a Amorim Imobiliária, promotora do empreendimento, de "ter defraudado as expectativas, vendendo projecções e estudos de mercado fantásticos que nunca se concretizaram", conforme disse, ao JN, Paulo Rodrigues, proprietário do restaurante "Magnólia Dourada", que encerrou portas ontem. Só neste caso, são 12 postos de trabalho que desaparcem.
Neste momento, há quatro lojas fechadas e pelo menos mais três já mudaram de gerência ou ramo, nas últimas semanas. Vários empresários manifestam "muita preocupação, pois o volume de negócios não tem nada a ver com o que se esperava, e só as rendas oscilam entre os 2500 e os cinco mil euros por mês".
Apesar disso poucos querem dar a cara. Alguns admitem que "ainda há esperança que as coisas melhorem e esta época de Natal será fundamental para decidir o futuro". Fernando Cardoso, presidente a Associação Comercial e Industrial de Vila Real, confirma que "vários lojistas solicitaram já ao Grupo Amorim que reconsidere o valor das rendas, ou a partir de Janeiro terão de entregar as chaves".
Lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza acusam administração de "actos terroristas"
O presidente da Associação de Lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza, em Lisboa, acusou hoje a administração do espaço de praticar “atos terroristas”, depois de na quarta-feira ter ordenado o fecho de uma das lojas por falta de pagamento.
Em declarações à agência Lusa, Tiago Quelhas afirmou que passava pouco das 03:00 da noite de quarta-feira, quando um grupo de seguranças, alegadamente a pedido do administrador tentou vedar a loja “Tesourinhas” com a colocação de tapumes.
A proprietária, que já suspeitava desta ação, surpreendeu os seguranças no local e tentou impedi-los de lhe encerrarem a loja, segundo contou Tiago Quelhas.
Lisboa: Lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza exigem demissão da administração
Lisboa, 03 mar (Lusa) - Lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza exigiram hoje a demissão da administração, que acusam de gerir mal o espaço situado numa zona nobre de Lisboa, aplicando rendas elevadas e ignorando iniciativas de dinamização.
Hoje de manhã, num protesto simbólico, várias lojas estiveram encerradas e outras, mesmo de portas abertas, optaram por aderir à iniciativa exibindo na montra um cartaz com os motivos do descontentamento.
Dizem que 70 por cento das lojas estão fechadas em consequência de uma gestão que classificam de "ruinosa", mas para a administração do centro comercial, a cargo do Grupo Chamartín-Dolce Vita, os protestos "não têm qualquer fundamento".
Imobiliária espanhola acusada de gestão danosa do Picoas Plaza
A imobiliária espanhola Chamartín está a ser acusada de gestão danosa pelos lojistas do centro comercial Picoas Plaza, em Lisboa. Garantem que está em curso uma política de desocupação das zonas comerciais, para que o espaço seja considerado devoluto e depois transformado noutra área de negócios, como a banca ou serviços.