| Lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza acusam administração de "actos terroristas" |
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Perante a situação, Tiago Quelhas acabou por chamar a polícia que impediu a continuidade da ação dos seguranças, uma vez que estes, apesar de ordenados pela administração do Centro Comercial, não tinham qualquer mandato judicial para o encerramento do espaço. De acordo com Tiago Quelhas, a administração ordenou o encerramento do “Tesourinhas” pela falta de pagamento da renda, motivo confirmado pelo responsável que justifica este incumprimento com a “gestão ruinosa” do Centro Comercial. “Isto parece um cemitério de lojas. A administração deixou morrer isto e recusam-se a negociar com os lojistas para baixar as rendas. Claro que as pessoas não têm como pagar a renda se já mal ganham para elas”, disse. Numa nota enviada à Lusa, a administração, a cargo do grupo Chamartin-Dolce Vita, esclareceu que foram tomadas as “medidas necessárias e no escrupuloso cumprimento da legislação aplicável em vigor para o encerramento da loja ‘Tesourinhas’” “Apesar de todos os esforços desenvolvidos pela administração para que a situação decorresse com a maior normalidade e causasse o menor transtorno possível, não foi possível contar com a colaboração do operador, que impediu a concretização do fecho da loja, invadiu espaço comum do Centro Comercial sem autorização e não acatou as ordens da PSP para abandonar o espaço”, lê-se. Há cerca de um ano, os lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza organizaram uma ação de protesto a exigir a demissão da administração por gerir mal o espaço situado numa zona nobre de Lisboa, aplicando rendas elevadas e ignorando iniciativas de dinamização.
Fonte: Ionline/LUSA |




O presidente da Associação de Lojistas do Centro Comercial Picoas Plaza, em Lisboa, acusou hoje a administração do espaço de praticar “atos terroristas”, depois de na quarta-feira ter ordenado o fecho de uma das lojas por falta de pagamento.